XCM, XCO, XCE e Ciclismo

Cross Country Maratona (XCM):

É um tipo de prova em que o percurso é longo, por trilhos e estradas de terra, podendo haver partes de asfalto.

Ciclismo de Estrada:

É um tipo de competição desportiva, derivada do ciclismo, disputada exclusivamente em estradas, utilizando bicicletas próprias para esse fim. As provas em circuito são disputadas num circuito entre 800m e 10.000 m.

 

Cross Country Olímpico (XCO):

É uma prova disputada em circuito fechado, em que os atletas devem completar certo número de voltas para terminar a prova. O circuito de uma prova de XCO tem geralmente entre 4 a 6 km e é um percurso bastante técnico, com subidas e descidas com forte inclinação, pedras e raízes , que requerem grande capacidade técnica e física.

 

Cross Country Eliminator (XCE):

É uma nova modalidade de BTT em que quatro atletas competem uns contra os outros em cada manga. Os dois atletas mais rápidos passam à fase seguinte, enquanto que os dois atletas mais lentos são eliminados da corrida. O percurso de XCE tem entre 500 a 1000m.

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3º BTT Rota de S. Tiago, prova organizada com apoio do BTTManager

Cerca de 400 atletas participaram no 3º BTT Rota de S. Tiago que decorreu em Pocariça, no passado domingo, dia 17 de fevereiro. Apesar do mau tempo que se verificou antes e durante a prova, o balanço foi bastante positivo, agradando quer a participantes, quer a público presente.
A prova contou com oapoio do BTTManager.com, desde o registo e edição de Inscrições, criação de Dorsais, Senhas de Almoço, Emissão de Listas de participantes por nome, equipa, numerica, etc..,  registo de tempos de chegada e disponibilização das classificações Gerais e por Escalões no próprio dia do evento.

A chuva e vento, aliado aos trilhos e caminhos bastante enlameados, agravados pelo frio que se fez sentir no passado domingo, foram adversários de peso para os atletas, que no entanto demonstraram enorme brio, desportivismo e espírito de compromisso, completando na sua maioria os respetivos percursos.

A prova da Maratona masculina foi a mais competitiva. Fábio Filipe da Conceição Ferreira (Xyami-Prototype), garantiu a vitória após aceso despique com o seu colega de equipa, André Soares Filipe e Arménio Alves (CRAC Brasfemes). A prova da Maratona feminina foi ganha por Liliana Almeida (AVANCA-Btt/Moreira Congelados/Top Gel), que dominou toda a prova, seguida por Mariana Martins da Cunha Leitão (SOERTEX Portugal), que terminou em segundo lugar e Fátima Cristina Marques Pinho Vida (Castro Mozinho) que terminou em terceiro.

No que diz respeito à categoria de Meia-Maratona masculina a vitória sorriu a João Mano (Pabol/Bicicleta QUER), superiorizou-se a Rui Miguel (Sportis Bike Team), que ficou em segundo lugar e Jorge Vieira (Bicineves) em terceiro. A Meia-Maratona feminina foi ganha por Lúcia Sofia Oliveira Silva (CRAC Brasfemes), seguida por Dora Marcelino em segundo e Verónica Ribeiro Dias, ambas da equipa Somamaratonas.

Para a entrega dos prémios o 3º BTT Rota de S. Tiago contou com a presença do Presidente Câmara Municipal de Cantanhede, João Pais de Moura, o Presidente da Junta de Freguesia de Pocariça, Nuno Caldeira, bem como os representantes de outras instituições locais e regionais.

Apesar do tempo agreste que se fez sentir, a freguesia da Pocariça é um localidade com paisagens belíssimas, contrastando o verde da floresta com a enormes e extensas vinhas Bairradinas, um local a merecer uma visita mas calma em dias ensolarados.

A organização para além de agradecer à população da Pocariça, pela compreensão de teve perante os transtornos causados, também não pode deixar de apresentar uma palavra de apreço, estima e agradecimento para os inúmeros voluntários que tornaram possível a realização de um evento desta envergadura. Para eles a Comissão de Festas de S. Tiago envia um “grandíssimo abraço e obrigado”, sem eles não conseguimos efetuar esta iniciativa.

Classificação

Maratona Masculina
1º – Fábio Filipe da Conceição Ferreira        Xyami -prototype 02:17:41
2º – André Soares Filipe                Xyami -prototype 02:18:04
3º – Arménio Alves                CRAC Brasfemes 02:18:34

Maratona Feminina
1º – Liliana Almeida                 AVANCA – Moreira Congelados/Top Gel 02:49:45
2º – Mariana Martins da Cunha Leitão          SAERTEX Portugal 03:02:29
3º – Fátima Cristina Marques Pinho Vida    Castro Mozinho 03:34:35

Meia-Maratona Masculina

1º – João Mano                    CRAC/Bicicleta QUER    02:21:07
2º – Rui Miguel                    Sportis Bike Team    02:25:30
3º – Jorge Vieira                    Bicineves        02:25:41

Meia-Maratona Feminino
1º – Lúcia Sofia Oliveira Silva            CRAC Brasfemes    03:17:03
2º – Dora Marcelino                Somamaratonas    03:24:24
3º – Verónica Ribeiro Dias            Somamaratonas    03:30:02

As classificações finais encontram-se disponíveis nos portais do BttManager.comfestas-stiago.com.




Classe de CICLODESPORTISTA

A Direcção da UVP-FPC aprovou a 29 de Novembro 2012, o regulamento de Provas Abertas, que, entre outra novidades, institui a criação da nova classe de ciclodesportista.

O ciclodesportista insere-se no ciclismo para todos mas a sua licença permite-lhe a participação em eventos de carácter competitivo.

A classe de ciclodesportista distingue-se das classes de cicloturista e de betetista porque permite a participação dos seus portadores em todas as provas abertas, enquanto os cicloturistas e os betetistas apenas poderão participar nas provas abertas em que o andamento livre não exceda 20 por cento da quilometragem total e não tenha mais do que 15 quilómetros.

A Direcção da Federação Portuguesa de Ciclismo aprovou ainda o lançamento de um Ranking de Provas Abertas, cuja regulamentação está em fase de estudo.

 

http://www.uvp-fpc.pt/modalidade_noticia_ver.php?id_noticia_new=2492&pag=4&id_modalidade_new=5

Alimentação

Nas tuas refeições diárias deves incluir:

  •     Leite e derivados: 3, 4 vezes. 250 Cm3 (1 copo), 2 iogurtes, 40-50 g de queijo tipo flamengo ou semicurado ou 125 g de requeijão.
  •     Pão e féculas: 3-5 vezes. 60 g de pão, 1 prato de 60-80 g (em cru) de arroz, massa ou batata média (180 g).
  •     Verduras e hortaliça: 2 vezes, 1 crua e 1 cozida. 1 prato de salada, 1 cenoura ou tomate.
  •     Fruta: 2 vezes, 1 de citrinos. 1 maça, laranja, banana, pêssego ou pêra ou 2, 3 tangerinas ou 3, 4 alperces ou meia tigela de morangos ou cerejas.
  •     Carne, peixe, ovos, substitutos: 2 vezes. 80-100 g de carne, peixe, frango ou fígado já cozinhado, um prato de ervilhas, lentilhas ou grão cozinhados (ou 80 g cru) ou ovos.
  •     Óleos vegetais: 1 vez. 30-50 g.
  •     Gorduras animais: evitar.
  •     Açucares: poucas quantidades.
  •     Álcool, refrigerantes, estimulantes: pouca quantidade.

Resumindo, Muita massa, pão, cereais, frutas e verduras, pouca gordura animal, açucares e álcool.

Alimentação em passeios de longa duração

Neste tipo de passeios, a perda de água é elevada.

No final do passeio é natural que tenhas perdido um quilito, perda essa que é principalmente de água. Deste modo, a ingestão constante de líquidos é muito importante.

Deve-se beber a cada 15 minutos, evitando sentirmos sede, pois isso seria um indício de que o corpo estava a ficar desidratado. Meia hora antes do início do passeio também se deve beber cerca de 0,5 litros de água. juntamente com a água também se pode levar bebidas energéticas, mas de baixo teor em açucares.

Em relação aos alimentos, é essencial “abastecermo-nos” de massas e pão uns dias antes do passeio e evitar açucares. Durante o passeio comer uma banana ou maça e uma ou duas barras energéticas. Na 1ª hora a seguir ao final do passeio é indispensável ingerirmos hidratos de carbono (pão, cereais, etc.).

Por último, mas não menos importante, se se sentirem cansados abrandem ou parem… É preferível chegarem atrasados, do que não chegarem!

Dicas para melhorar a tua técnica…

Um dos aspectos fundamentais no BTT é o equilíbrio, a redistribuição do peso em cima da bicicleta, quer seja em descidas, subidas ou quando estamos quase parados…

Para nos equilibrar-mos quase parados, é essencial flectir um pouco as pernas, tentar mantermo-nos no centro da bicicleta e ir travando e pedalando aos poucos, para que a bicicleta se vá movimentando ligeiramente… Esta técnica é importante quando  temos que quase parar, para ver qual o trajecto a seguir sem por os pés no chão.

A descer, devemo-nos colocar em pé e se a descida for acentuada colocar o nosso peso sobre a roda traseira, as pernas e braços  devem estar também flectidos, os pedais devem ir paralelos, devemos manter a inércia, não travando bruscamente mas sim continua e suavemente. Devemos olhar sempre em frente e tentar manter uma trajectória recta, especialmente se for em pisos escorregadios.

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Desviador

Os desviadores são a parte da transmissão responsável por mover a corrente entre as diferentes rodas dentadas para alternar as mudanças.

Desviadores traseiros

O desviador traseiro controla as mudanças traseiras da bicicleta, nas rodas dentadas da cassette. Também cria tensão na corrente, impedindo que esta escorregue quando estiver sobre pressão.

É importante perceber que, apesar de realizarem uma tarefa idêntica, os desviadores de estrada e de montanha são diferentes. Assim, quando comprar um desviador tem de ter sempre em atenção a utilização pretendida. Os desviadores de estrada regra geral são mais leves que os de montanha e mais pequenos, uma vez que as bicicletas de estrada geralmente apenas têm dois pratos pedaleiros. Na eventualidade de colocar três pratos numa bicicleta de estrada o desviador terá de ser maior e feito à medida. Os desviadores das bicicletas de montanha são um pouco mais resistentes uma vez que estão situados num local vulnerável.

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Escalões

Benjamins – 7/8 anos
Iniciados – 9/10 anos
Infantis – 11/12 anos
Juvenis – 13/14 anos
Cadetes – 15/16 anos
Juniores – 17/18 anos
Sub 23 – 19/22 anos
Elites – 23 e + anos
Veteranos A – 30/39 anos
Veteranos B – 40/49 anos
Veteranos C – + de 50 anos
Veteranas – + de 30 anos

XCO e XCM: Qual a diferença?

por Hudson Malta/Redação BikeBros.com.br

Há duas modalidades no Mountain Bike (MTB), totalmente baseadas no MTB original, cujas siglas (XCO e XCM) ainda fazem confusão na cabeça de muita gente. Neste artigo, vamos explicar as diferenças entre os dois e dar dicas de como curtir ao máximo a modalidade da sua escolha.

“E fez-se a luz…”
Desde sua “invenção”, há pelo menos 30 anos, o MTB já passou por inúmeras evoluções, tanto nos aspectos práticos quanto técnicos. Praticamente tudo mudou desde aqueles dias nas montanhas de Marin County , Califórnia, onde doidos como Joe Breeze, Otis Guy, Gary Fisher, e Tom Ritchey desciam as trilhas locais feito loucos, pilotando antigas bikes Schwinn Excelsior parcamente modificadas – as famosas “Klunkers”. De lá pra cá, o esporte se dividiu em várias categorias, tornou-se olímpico e revolucionou o mundo da bicicleta, arregimentando uma multidão de fanáticos apaixonados pelo mundo todo.

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