Category Archives: Artigos técnicos

Medida das Rodas

Poderão existir pequenas variações.

Apenas certifique-se de fazer suas comparações usando a mesmo método de cálculo, ou comparando métodos.


Tabela de referência:
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Medidas de Ciclista

Medidas de Ciclista

A geometria e as medidas da bike são determinantes para a optimização do desempenho desportivo e competitivo do ciclista. A escolha da bike óptima para o ciclista é feita tendo consciência de que é a máquina que se deve ajustar ao homem, e não o contrário.

A medida mais importante do ciclista é a ALTURA DE ENTRE-PERNAS (inseam length ou crotch to floor distance). Para a determinar, o ciclista deve estar encostado a uma parede, com calções (lycra) e sapatos de ciclismo (ou BTT – cross-country), e os pés afastados 15 a 17,5 cm (Foto). Encostar um esquadro ou um livro às virilhas do ciclista e à parede. Permitir que saia da posição de medição, mas sem deslocar o esquadro ou o livro da parede. Medir, na vertical, a distância (em centímetros) entre o topo do livro (ou do esquadro) e o chão.

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XCM, XCO, XCE e Ciclismo

Cross Country Maratona (XCM):

É um tipo de prova em que o percurso é longo, por trilhos e estradas de terra, podendo haver partes de asfalto.

Ciclismo de Estrada:

É um tipo de competição desportiva, derivada do ciclismo, disputada exclusivamente em estradas, utilizando bicicletas próprias para esse fim. As provas em circuito são disputadas num circuito entre 800m e 10.000 m.

 

Cross Country Olímpico (XCO):

É uma prova disputada em circuito fechado, em que os atletas devem completar certo número de voltas para terminar a prova. O circuito de uma prova de XCO tem geralmente entre 4 a 6 km e é um percurso bastante técnico, com subidas e descidas com forte inclinação, pedras e raízes , que requerem grande capacidade técnica e física.

 

Cross Country Eliminator (XCE):

É uma nova modalidade de BTT em que quatro atletas competem uns contra os outros em cada manga. Os dois atletas mais rápidos passam à fase seguinte, enquanto que os dois atletas mais lentos são eliminados da corrida. O percurso de XCE tem entre 500 a 1000m.

How to adjust rear derailleur – guide

Alimentação

Nas tuas refeições diárias deves incluir:

  •     Leite e derivados: 3, 4 vezes. 250 Cm3 (1 copo), 2 iogurtes, 40-50 g de queijo tipo flamengo ou semicurado ou 125 g de requeijão.
  •     Pão e féculas: 3-5 vezes. 60 g de pão, 1 prato de 60-80 g (em cru) de arroz, massa ou batata média (180 g).
  •     Verduras e hortaliça: 2 vezes, 1 crua e 1 cozida. 1 prato de salada, 1 cenoura ou tomate.
  •     Fruta: 2 vezes, 1 de citrinos. 1 maça, laranja, banana, pêssego ou pêra ou 2, 3 tangerinas ou 3, 4 alperces ou meia tigela de morangos ou cerejas.
  •     Carne, peixe, ovos, substitutos: 2 vezes. 80-100 g de carne, peixe, frango ou fígado já cozinhado, um prato de ervilhas, lentilhas ou grão cozinhados (ou 80 g cru) ou ovos.
  •     Óleos vegetais: 1 vez. 30-50 g.
  •     Gorduras animais: evitar.
  •     Açucares: poucas quantidades.
  •     Álcool, refrigerantes, estimulantes: pouca quantidade.

Resumindo, Muita massa, pão, cereais, frutas e verduras, pouca gordura animal, açucares e álcool.

Alimentação em passeios de longa duração

Neste tipo de passeios, a perda de água é elevada.

No final do passeio é natural que tenhas perdido um quilito, perda essa que é principalmente de água. Deste modo, a ingestão constante de líquidos é muito importante.

Deve-se beber a cada 15 minutos, evitando sentirmos sede, pois isso seria um indício de que o corpo estava a ficar desidratado. Meia hora antes do início do passeio também se deve beber cerca de 0,5 litros de água. juntamente com a água também se pode levar bebidas energéticas, mas de baixo teor em açucares.

Em relação aos alimentos, é essencial “abastecermo-nos” de massas e pão uns dias antes do passeio e evitar açucares. Durante o passeio comer uma banana ou maça e uma ou duas barras energéticas. Na 1ª hora a seguir ao final do passeio é indispensável ingerirmos hidratos de carbono (pão, cereais, etc.).

Por último, mas não menos importante, se se sentirem cansados abrandem ou parem… É preferível chegarem atrasados, do que não chegarem!

Dicas para melhorar a tua técnica…

Um dos aspectos fundamentais no BTT é o equilíbrio, a redistribuição do peso em cima da bicicleta, quer seja em descidas, subidas ou quando estamos quase parados…

Para nos equilibrar-mos quase parados, é essencial flectir um pouco as pernas, tentar mantermo-nos no centro da bicicleta e ir travando e pedalando aos poucos, para que a bicicleta se vá movimentando ligeiramente… Esta técnica é importante quando  temos que quase parar, para ver qual o trajecto a seguir sem por os pés no chão.

A descer, devemo-nos colocar em pé e se a descida for acentuada colocar o nosso peso sobre a roda traseira, as pernas e braços  devem estar também flectidos, os pedais devem ir paralelos, devemos manter a inércia, não travando bruscamente mas sim continua e suavemente. Devemos olhar sempre em frente e tentar manter uma trajectória recta, especialmente se for em pisos escorregadios.

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Desviador

Os desviadores são a parte da transmissão responsável por mover a corrente entre as diferentes rodas dentadas para alternar as mudanças.

Desviadores traseiros

O desviador traseiro controla as mudanças traseiras da bicicleta, nas rodas dentadas da cassette. Também cria tensão na corrente, impedindo que esta escorregue quando estiver sobre pressão.

É importante perceber que, apesar de realizarem uma tarefa idêntica, os desviadores de estrada e de montanha são diferentes. Assim, quando comprar um desviador tem de ter sempre em atenção a utilização pretendida. Os desviadores de estrada regra geral são mais leves que os de montanha e mais pequenos, uma vez que as bicicletas de estrada geralmente apenas têm dois pratos pedaleiros. Na eventualidade de colocar três pratos numa bicicleta de estrada o desviador terá de ser maior e feito à medida. Os desviadores das bicicletas de montanha são um pouco mais resistentes uma vez que estão situados num local vulnerável.

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Escalões

Benjamins – 7/8 anos
Iniciados – 9/10 anos
Infantis – 11/12 anos
Juvenis – 13/14 anos
Cadetes – 15/16 anos
Juniores – 17/18 anos
Sub 23 – 19/22 anos
Elites – 23 e + anos
Veteranos A – 30/39 anos
Veteranos B – 40/49 anos
Veteranos C – + de 50 anos
Veteranas – + de 30 anos

XCO e XCM: Qual a diferença?

por Hudson Malta/Redação BikeBros.com.br

Há duas modalidades no Mountain Bike (MTB), totalmente baseadas no MTB original, cujas siglas (XCO e XCM) ainda fazem confusão na cabeça de muita gente. Neste artigo, vamos explicar as diferenças entre os dois e dar dicas de como curtir ao máximo a modalidade da sua escolha.

“E fez-se a luz…”
Desde sua “invenção”, há pelo menos 30 anos, o MTB já passou por inúmeras evoluções, tanto nos aspectos práticos quanto técnicos. Praticamente tudo mudou desde aqueles dias nas montanhas de Marin County , Califórnia, onde doidos como Joe Breeze, Otis Guy, Gary Fisher, e Tom Ritchey desciam as trilhas locais feito loucos, pilotando antigas bikes Schwinn Excelsior parcamente modificadas – as famosas “Klunkers”. De lá pra cá, o esporte se dividiu em várias categorias, tornou-se olímpico e revolucionou o mundo da bicicleta, arregimentando uma multidão de fanáticos apaixonados pelo mundo todo.

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